Mulher Dormia Há Mais De Um Ano Ao Lado De Marido Morto. Veja As Fotos!


Após denúncias de falta de pagamento de um proprietário, a polícia de Bruxelas teve uma surpresa bizarra ao executar uma ordem de despejo. Ao entrar na casa, que estava alugada a um casal de idosos, eles se depararam com um corpo parcialmente mumificado na cama do casal.



De acordo com a polícia, a moradora, uma belga de 69 anos, teria perdido o marido ainda em novembro de 2012 e, não conseguindo superar a morte do mesmo, continuou a dormir ao lado do corpo dele. As autoridades acreditam que Marcel H, de 79 anos, teria morrido após um ataque de asma. Desde então, apesar do cheiro da decomposição, sua esposa continuou convivendo e dormindo ao lado dele.




A DOR DE UMA GALINHA

Você que acabou de nascer e teve o biquinho decepado. Deve estar doendo muito, eu sei. É para que você não bique a si mesma e nem às tuas companheiras quando se sentir desesperada. E acredite: você vai se sentir desesperada!

Irá para uma cela agora que, quando crescer, mal caberá teu corpo. Não conseguirá esticar as asas, se espreguiçar, saltar e muito menos andar.

Jamais saberá o que é ciscar, fazer ninhos, se empoleirar… só sentirá o desejo latejando sem entender direito. Nunca verá o sol ou sentirá a chuva. Muito menos saberá que existe noite e por isso nunca dormirá. Teus dias serão eternos, passará a vida sob lâmpadas, que manterão tua vontade de comer sem parar. Comerá muito e por isso crescerá rápido e começará cedo a botar ovos. E botará ovos sem parar. Mas jamais os verá. Eles não serão teus.

Com o tempo tuas pernas doerão muito, por não se movimentar. Talvez nasçam até feridas nas plantas dos pés, que cicatrizarão grudando teus pés nas grades.

Quando você estiver muito fraca e já não servir para botar ovos, como uma máquina eficaz, estará perto enfim o fim do teu sofrimento. Você, que só nasceu para sofrer, que mesmo sendo capaz de sentir alegria, não terá tido um só momento dela, terá, enfim, descanso… cortarão teu pescoço e, com sorte, morrerá de uma vez e não sentirá ainda o último requinte num tanque de água fervente.

E teu corpo tão triste e tão sofrido será alimento de quem pagou por cada minuto de teu castigo.

E eu, do alto da minha impotência, só posso te dizer agora e na hora de tua morte: NÃO POR MINHA CAUSA!

Texto: Leide Fuzeto Gameiro